base 130 cm

Conformada à mão em chapa de aço, com oxidação conduzida no atelier aberto. Nenhuma é igual à outra.
Toda Vitoria começa a lápis, entre rasuras e contas de oficina.
Na página do caderno, o traço define o recorte do bordo e os números que vão virar chapa: 160 de comprimento, 130 de base. É ali que a peça existe pela primeira vez — antes do aço, antes do fogo.
Depois o desenho atravessa a bancada. As chapas são cortadas e conformadas à mão, no tempo do atelier aberto — sem molde industrial, sem pressa. As emendas ficam à vista: são a costura da peça.
A oxidação é a assinatura. Em vez de esconder a reação do metal, o Galpón a conduz, mancha a mancha, até o tom exato. O verniz sela esse instante. Por isso nenhuma Vitoria é igual à outra: cada superfície guarda o próprio tempo.
16 / 01 / 26
Croqui, medidas e decisões — a peça desenhada antes de existir.
Corte e conformação manual do aço, emenda a emenda.
A reação do metal conduzida até o tom certo — a assinatura da peça.
A superfície selada no seu instante exato, para durar.
As fotos mostram a peça como ela sai do atelier. A luz muda, o campo muda — o aço responde. É esse comportamento vivo da superfície que o verniz preserva.
| Acabamento | Valor |
|---|---|
| Pintura por fora e por dentro + verniz | R$ 10.340,00 |
| Envelhecida por fora e por dentro + verniz | R$ 10.940,00 |
| Envelhecida por fora e pintura por dentro + verniz | R$ 10.780,00 |
| Metal polido por fora e pintura por dentro + verniz | R$ 11.180,00 |
| Metal polido por fora e por dentro + verniz | R$ 11.720,00 |
“Escutar e entender, para poder criar.”
O atelier trabalha de portas abertas. Cada encomenda começa numa conversa — a peça é desenhada para o seu espaço, o seu uso, o seu tempo.